Se acaso imaginassemos um modelo político, em que grupos se harmonizassem e via de regra, comungassem do mesmo pensamento e ideal, cujo propósito seria o entendimento mútuo, visando unicamente, a permanência duradoura no Poder.
Poderia ocorrer muita solidariedade entre os particiapantes, porém poderia acontecer falta de propostas e ações verdadeiras em favor de uma comunidade. Tais ações poderiam ser direcionadas ao bem-estar de um povo,que poderiam ser postergadas e esquecidas, refletindo uma sociedade que não avançaria cultural e nem econômicamente. Nestas circunstâncias, como poderia progredir sem haver um planejamento objetivo? Como avançar sem ações relevantes e concretas? O que esperar de um modelo que traduziria a estagnação?
No cômputo geral,quem mais se ressentiria era aquele que necessita de trabalho e não encontra. Que almeja água de boa qualidade e iluminação em sua rua que lhe daria segurança.Que clama por por seus direitos. Enfim, aquele que desejaria viver com dignidade -sendo ele que paga toda a conta e muita das vezes não obtém a contrapartida -num suposto e perverso sistema de compadrio.
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